Por Uma Geografia Nova
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
18 A 21 JUNHO - 2011
LOCAL: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ - IFPA
BELÉM - PARÁ
PROGRAMAÇÃO
18/06 | 19/06 | 20/06 | |
Inscrição e Credenciamento 9:00 às 16:00 h | Mini-curso 8:00 às 12:00 h | Mini-curso 8:00 às 12:00 h | Mini-curso 8:00 às 12:00 h |
Cerimônia de abertura com os representantes institucionais 18:00 às 19:00 h | Almoço 12:00 às 14:00 h | Almoço 12:00 às 14:00 h | Almoço 12:00 às 14:00 h |
Conferência de Abertura Prof. Dr. Gilberto de Miranda Rocha 19: 20 h | Palestra Prof. Dr. Rui Moreira 16:00 às 18:30 h | Palestra ProfaDoutoranda Helena Rocha 15h 00 às 16h 00 | III Mostra de Trabalhos de Geografia e TCC’s 14:00 às 16:00 h |
Mesa – Redonda Prof. Ms. Giovani Mota Prof. Dr. João Márcio Palheta da Silva Prof. Dr. Clay Anderson 16:30 às 18:30 h | |||
Movimento Cultural 20:30 às 21:30 h | III Mostra de Trabalhos de Geografia e TCC’s 18:30 às 20:30 h | Reunião AGB 16:30h às 18:30 h | |
Palestra de Encerramento 18: 30h as 20: 00h | |||
Movimento Cultural 20h |
CERIMÔNIA DE ABERTURA
Representante do Governo do Esta
Representante do IFPA
Prof. Msc. Cledson Nahum Alves (AGB - Local)
Representante da Comissão Organizadora do Singa
Representante do IFCH/UFPA
CONFERÊNCIA DE ABERTURA
Prof. Dr. Gilberto de Miranda Rocha
1ª. PALESTRA: Desafios Metodológicos para a Geografia do Século XXI: Ensino, Pesquisa e Extensão.
Prof. Dr. Ruy Moreira
2a PALESTRA: África: O NEAB e suas Perspectivas para o Ensino da África na Geografia na Educação Básica no
IFPA, campus Belém.
Profa Doutoranda Helena Rocha
3a Palestra: Os (DES) Encantos de uma Usina Hidrelétrica em Belo Monte
Prof° Ms.Paulo César.B. Rabelo, Professor de direito constitucional na UFPA e téc. do M.P.F.
1ª. MESA: Ciência e Tecnologia na Fronteira Amazônica Paraense
Prof. Ms. Giovani Mota
Prof. Dr. João Márcio Palheta da Silva
Prof. Dr. Clay Anderson
MINI-CURSO:
1 A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HÍDRICOS: DISCUSSÃO & MÉTODO
(Prof. Michel Guedes, Profa Shirley Tozy, Discente Bruno Lima)
(Prof. Michel Guedes, Profa Shirley Tozy, Discente Bruno Lima)
O USO DO CINEMA E DA MÚSICA NAS AULAS DE GEOGRAFIA
(Profa Rosiete Marcos Santana)
3 CARTOGRAFIA SOCIAL E ETNICORRACIAL
(Diego Armando dos Santos Mota, Danna Caroline Monteiro Góes Leite e
Silas Neves de Sousa)
(Diego Armando dos Santos Mota, Danna Caroline Monteiro Góes Leite e
Silas Neves de Sousa)
CLIMA E TEMPO: UMA ABORDAGEM PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA(Prof. Samuel Pinho)
GEOGRAFIA E GEOTECNOLOGIAS NO SÉCULO XXI(Prof. Walber Roberto Guimarães Torres)
GEOGRAFIA E ÁREAS ESPECIAIS: FERRAMENTAS PARA ORDENAMENTO AMBIENTAL
(Prof. Walber Roberto Guimarães Torres, Victor Jonathan de Oliveira, Wilson Rocha do Nascimento Junior)
(Prof. Walber Roberto Guimarães Torres, Victor Jonathan de Oliveira, Wilson Rocha do Nascimento Junior)
GEOGRAFIA E TURÍSMO
(Profa Michelle Sena da Silva)
(Profa Michelle Sena da Silva)
8 RISCO AMBIENTAL: TÉCNICAS DE MAPEAMENTO
( Prof. José Edilson Rodrigues)
( Prof. José Edilson Rodrigues)
ESPACIALIDADES DO DESFLORESTAMENTO NA AMAZÔNIA
(Prof. Cézar Augusto)
1 DINAMICA TERRITORIAL E DESENVOLVIMENTO
(Prof. Odmar Melo e Gilber Valério)
(Prof. Odmar Melo e Gilber Valério)
CIDADE E MEIO AMBIENTE URBANO (cancelado por motivos pessoais)
(Prof. Mário Benjamin )
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Heróis Da Humanidade
José Cláudio Ribeiro e Silva e Maria do Espírito Santo
É, Heróis Da Humanidade, pois era por nós que lutavam, a sobrevivência da floresta beneficia a todos os seres habitantes desse planeta, até aqueles que se dizem donos e possuidores do dele e por assim se julgarem, deram-lhe o direito de ceifarem as vidas dessas Pessoas que se encontraram em uma grande desvantagem numa luta que deveria ser das autoridade federais, estaduais e municipais.
Mais com a omissão do poder públicos, e o descaso como são tratados os crimes cometidos pelos ditos poderosos, indignam aqueles que realmente querem o bem do planeta e lutam por isso, sem nenhuma intenção a não ser querer deixar as suas gerações futuras uma meio ambiente sustentável.
Enquanto temos Antonio Palocci multiplicando seu patrimônio absurdamente em quatro anos, deputado que mal sabe ler para nos representar, policiais que deveriam defender a lei mas acabam cometendo crimes, formando milícias para ganhar dinheiro explorando pessoas humildes. esses dois extrativistas lutavam por algo grandiosos mas só tinham o necessário para sua sobrevivência.
Então é inevitável não pergunta, QUE PAÍS É ESSE?, e também não é difícil responder!
Ibama emite licença para instalação da usina de Belo Monte

O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) acaba de emitir a licença de instalação da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará, segundo informações da assessoria de imprensa do órgão.
Com isso, as obras das barragens dos sítios Pimental e Belo Monte podem ser iniciadas. Esse é um dos principais projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e alvo de uma intensa disputa entre o governo e grupos ambientalistas.
O Ibama prepara uma coletiva de imprensa para às 15h, em Brasília, para explicar os termos da licença. O Ministério Público Federal do Pará encaminhou ofício à agência ambiental há duas semanas recomendando que o presidente da instituição, Curt Trennepohl, não assine a licença.
O MPF alega que várias das 40 condicionantes impostas na LP (Licença Prévia) não foram cumpridas pela Nesa (Norte Energia S.A.), a empresa responsável pela construção e operação do projeto.
A questão das condicionantes deve suscitar intenso debate a partir de agora e promete ser o foco de um novo capítulo da disputa judicial acerca do empreendimento.
TERCEIRA MAIOR USINA
A Usina de Belo Monte, quando pronta, será o terceiro maior complexo hidrelétrico do mundo pelo quesito capacidade instalada. Os 11.233 MW de potência de todas as suas turbinas só será menor que o projeto binacional de Itaipu, entre o Brasil e o Paraguai, a Usina Hidrelétrica de Três Gargantas, na China.
Embora tenha toda essa capacidade, o aproveitamento hidrelétrico do rio Xingu produzirá bem menos energia ao longo de um ano. Dada a oscilação natural do rio, na média Belo Monte produzirá cerca de 4,5 mil MW de energia para o sistema elétrico.
O governo e a Eletrobras alegam que mesmo assim o projeto será importante dentro do sistema interligado. Enquanto houver vazão para ativar as turbinas em Belo Monte, o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) pode fazer que outras usinas parem de produzir e, portanto, economizem água nos reservatórios.
É essa a grande vantagem de Belo Monte, segundo os técnicos do setor.
Em relação a questão socioambiental, o embate tenderá a se acirrar a partir de agora, sobretudo dos grupos ambientalistas ligados à comunidades indígenas contrárias à barragem.
Com isso, as obras das barragens dos sítios Pimental e Belo Monte podem ser iniciadas. Esse é um dos principais projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e alvo de uma intensa disputa entre o governo e grupos ambientalistas.
O Ibama prepara uma coletiva de imprensa para às 15h, em Brasília, para explicar os termos da licença. O Ministério Público Federal do Pará encaminhou ofício à agência ambiental há duas semanas recomendando que o presidente da instituição, Curt Trennepohl, não assine a licença.
O MPF alega que várias das 40 condicionantes impostas na LP (Licença Prévia) não foram cumpridas pela Nesa (Norte Energia S.A.), a empresa responsável pela construção e operação do projeto.
A questão das condicionantes deve suscitar intenso debate a partir de agora e promete ser o foco de um novo capítulo da disputa judicial acerca do empreendimento.
TERCEIRA MAIOR USINA
A Usina de Belo Monte, quando pronta, será o terceiro maior complexo hidrelétrico do mundo pelo quesito capacidade instalada. Os 11.233 MW de potência de todas as suas turbinas só será menor que o projeto binacional de Itaipu, entre o Brasil e o Paraguai, a Usina Hidrelétrica de Três Gargantas, na China.
Embora tenha toda essa capacidade, o aproveitamento hidrelétrico do rio Xingu produzirá bem menos energia ao longo de um ano. Dada a oscilação natural do rio, na média Belo Monte produzirá cerca de 4,5 mil MW de energia para o sistema elétrico.
O governo e a Eletrobras alegam que mesmo assim o projeto será importante dentro do sistema interligado. Enquanto houver vazão para ativar as turbinas em Belo Monte, o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) pode fazer que outras usinas parem de produzir e, portanto, economizem água nos reservatórios.
É essa a grande vantagem de Belo Monte, segundo os técnicos do setor.
Em relação a questão socioambiental, o embate tenderá a se acirrar a partir de agora, sobretudo dos grupos ambientalistas ligados à comunidades indígenas contrárias à barragem.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
XIII Encontro Paraense De Geografia
18 A 21 JUNHO - 2011
LOCAL: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ - IFPA
BELÉM - PARÁ
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
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